Difícil é se descrever, fazer com que palavras definam quem você é, ou deixa de ser.
Não acredito que eu seja ninguém de tão grande importância.
Presumo que eu seja como qualquer um, com certos defeitos, porém acompanhada de qualidades.
Posso ser constante, inconstante, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo.
Em grande parte do tempo, sou previsível, admito.
Mas o imprevisível me acompanha de perto, quando necessário.
Consigo ser o bem e mau, o certo e o errado, a tristeza e a felicidade.
Eu posso ser tudo, ou simplesmente nada.
Talvez eu seja isso; uma porção de coisas.
O motivo pelo qual fiz este blog é simples. Sem propósito nenhum de ser um blog convencional, é claro que tem minhas idéias, mas o principal é tentar ser aquilo que nunca esperam que eu seja.Claro que você pensa que é rebeldia, mas é nessa parte que você se engana. É criatividade, é a negação do comum e a exaltação do diferente, do anti-convencional. Sim é isso que eu faço!Ajo dentro de mim e fora do mundo, dentro do mundo e fora de mim.Poético, dramático, ilógico, mas racional.Sou um pedacinho de tudo que existe no mundo e logo logo vou partir em pedacinhos e me espalhar por ai de novo...e viver do vento, e da música que faz esse movimento todo. Aí existe felicidade. Então o céu não é tão pacato assim. E viver eternamente é tão real quanto se imaginava. Ninguém morre, ninguém padece. Nada perece, nada é efêmero. É tudo mutável. Seria chato se não fosse. É isso que eu faço. Raciocino, e desfaço o raciocinio, desenho e rasgo. Escrevo e apago. Faço um show e viro cena, mas continuo minha vida, sendo apenas o pó que eu vou voltar a ser.Sem depressão, sem irritabilidade, sem predisposição a pirações ou terapias, talvez eu seja imcompreensível, mas eu sinto que há algo mais do que razoável nesse discurso ingênuo.
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